sexta-feira, 30 de maio de 2008

CSI

Se há coisa que aprecio visionar no conforto do meu sofá, é realmente o CSI. Mas não é qualquer CSI. Gosto particularmente do CSI Miami. "E porquê?", pergunta o incauto leitor desta crónica. Em primeiro lugar, porque sim. Em segundo lugar porque fico num estado vegetativo latente, ao poder admirar a extrema capacidade representativa de David Caruso.
Eu sou um indivíduo com 27 anos, logo, já não tenho aquele pensamento do: "O que é que eu quero ser quando fôr grande." E esta é uma das grande mágoas que tenho dentro de mim. Esta e ter descoberto quem era na verdade a Olga Cardoso. Se eu fosse uma criança, com 10 aninhos, de certeza que iria desejar ser o Horatio Caine, ou H, como fazem questão de lhe chamar, num tom meio "radical" de: " Epá, este gajo é extremamente rude e tramado para com os indivíduos que se metem a quebrar as regras da sociedade, é melhor manter uma relação descontraída e tal com ele, para que não me faça a folha".



Aquele olhar quase "mortífero", a pose de intocável, os óculos escuros que não são mais do que o rejuvenescimento dos Ray-Ban da balada de Hill Street... Qual é a ideia que querem deixar passar? Que H é realmente mau como as cobras?

Para quem não se lembra, Horatio Caine, ou David Caruso, foi o primeiro a "provar" a força de Jonh Rambo, no primeiro filme da saga.



Parece-me a mim que qualquer pessoa que se lembre disto, não pode nunca levar a sério a pose de mauzão que mantém na série CSI.
Quero aqui deixar um apelo aos senhores argumentistas de Hollywood: Por favor, se fôr para continuar com estas coisas, mais vale entrarem em greve permanente!

Sinais dos Tempos

Nesta altura, este jovem rapaz, auferia um cachet que poderia variar entre: sande de coirato, com pêlo, e uma mine, ou , sande de torresmo e duas mines.



Aqui, já o seu cachet variava entre: os 100€, um compal de cebola e 2 bilhetes duplos para o circo chen. Ou então, poderia mesmo chegar a, vá, com um bocado de sorte, e caso a noite lhe corresse mesmo mesmo muito bem... Uma pipa de massa.



Em qualquer das situações, pode dizer-se, quase com certeza insufismável (sim, este tipo de termos gramaticais rebuscados serão uma presença, mais ou menos constante, neste espaço) que é de facto, um rapaz com uma certa piada, diria mesmo, com um certo humor.

Discos Pedidos



Queens Of The Stone Age - A Song For The Dead - Live at Rock Am Ring 2003

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Este homem é o Rei... Viva o Zé!!!

Mitos e Lendas



Fenomenal...

Discos Pedidos



O zarolho é genial!!!

"Weird Fishes / Arpeggi"

In the deepest ocean
The bottom of the sea
Your eyes
They turn me

Why should I stay here?
Why should I stay?

I'd be crazy not to follow
Follow where you lead
Your eyes
They turn me

Turn me on to phantoms
I follow to the edge of the earth
And fall off
Everybody leaves
If they get the chance
And this is my chance

I get eaten by the worms
And weird fishes
Picked over by the worms
And weird fishes
Weird fishes
Weird fishes

Yeah I
I'll hit the bottom
Hit the bottom and escape
Escape
And I
I'll hit the bottom
Hit the bottom
Hit the bottom and escape
Escape

Radiohead

Homenagem

Venho aqui homenagear um amigo, o João Paulo, ou "Cú de Chumbo" para aqueles que já partilharam um campo de futebol com ele. O João Paulo era jogador de futebol, no mítico Carcavelos. No final da época passada decidiu pôr fim à sua "gloriosa" carreira de futebolista. É claro que foi um choque para todos os seguidores de "Cú de Chumbo", e para os responsáveis do Carcavelos.
Porque razão, um jovem jogador, a meio da sua carreira em franca ascensão, iria desistir de jogar?
Esta foi a pergunta que pairou no ar. A resposta é simples meus amigos: Este jovem jogador apercebeu-se que tinha chegado ao topo da sua carreira, e quis sair com toda a glória. O vídeo que se segue mostra o melhor momento da carreira futebolística de Joni "cú de chumbo" Paulo, o momento em que se apercebeu que melhor seria impossível...



Minuto 1:36 - João Paulo tenta, sem resultado, parar o remate.
Minuto 1:47 - Mais uma vez, Cú de Chumbo, com o braço no ar, tenta cortar a bola, mas não consegue e o Carcavelos sofre o primeiro golo.
Minuto 2:00 - Como verdadeiro líder que era, João Paulo dirige-se à cabine, aconselhando um seu colega, para conseguirem dar a volta na segunda parte.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

BES, CONTINENTE e associados, tenham cuidado...

Ora então vamos lá a ver uma coisa: O rapaz até sabe jogar à bola e tal, e agora andam os espanhois atrás do gajo, já que as espanholas já lá andavam (sim, eu sei que era uma piada fácil), mas será uma boa decisão dele, rumar a Madrid?
É que o rapaz saíu de Portugal sem saber falar muito bem português, e continua, cm algumas melhorias, mas poucas. Chega a Inglaterra e pouco ou nada sabe dizer em inglês. Se o puto maravilha rumar agora a Espanha, e com o seu talento natural para as línguas (leia-se: forma de expressão ou dialecto, característico de cada nação ou conjunto de nações), será que o BES e o CONTINENTE vão continuar a fazer da imagem dele para as suas campanhas? Pelo andar da carruagem, qualquer dia, os spots publicitários com o fenómeno português têm que ser legendados, para que nós, portugueses, consigamos perceber a mensagem por ele balbuciada.



Tentativa de comunicação em inglês



Tentativa de comunicação em espanhol



O fenómeno, exprimindo-se na língua materna

Para Todos Os Gostos

É para isto que eu tenho aulas de guitarra, para ver se um dia consigo chegar, pelo menos, aos calcanhares destes senhores:



John Butler – Ocean



Joe Satriani – Always With Me, Always With You



John Petrucci - Glasgow Kiss



Jimi Hendrix - Woodstock Improvisation



Kirk Hammet - solo live@rock in rio 2004

Discos Pedidos

Ora aqui está um grande senhor da música. É daqueles músicos que são puros a cantar, e não conseguem deixar de exprimir o sentimento que têm dentro deles, quando estão a actuar. Eu já vi dois concertos de Ben Harper, o primeiro no Pavilhão Atlântico, que foi simplesmente genial, e o segundo no Festival do Sudoeste, em 2005, que foi simplesmente mediocre. Se no primeiro, Ben Harper estava bem, e transmitiu-o ao longo da sua actuação, no segundo algo se passava com o mestre da Slide Guitar, que mais parecia ter acabado de arrancar um dente antes de subir ao palco.



Aqui ficam duas músicas do novo álbum "Lifeline", a primeira é instrumental, Paris Sunrise #7, e a segunda é a que dá nome ao álbum. É incrível como só com uma guitarra, Ben Harper nos consegue transportar para um universo paralelo, que é o dele, mas que também pode ser o nosso. Eu não vi o nascer do sol em Paris, mas consigo ver alguns que já vivi, aqui e ali.

terça-feira, 27 de maio de 2008

GENIAL

Apesar da gravidade da situação, que ainda não se conseguiu perceber muito bem como nem porque aconteceu, este homem consegue, em tom de brincadeira, retratar fielmente o que se passou. Chego até a ter dúvidas se esta é a situação real ou não.

O Regresso Dos Mestres

Pois é, começa a aproximar-se o dia 5 de Junho, dia de romaria até ao Parque da Bela Vista, para mais uma vez assistir a um concerto dos METALLICA. Para mim vai ser a 5ª vez que vejo estes senhores ao vivo. A última passagem foi o ano passado, no Super Bock Super Rock, o primeiro concerto da tourné europeia. Foi o melhor que vi deles.
Fizeram algumas surpresas, como esta que aqui deixo. Foi a primeira vez em 18 anos que tocaram esta música na sua totalidade.

Vamos ver que tipo de surpresas têm eles preparadas para este ano. Uma coisa é certa, pelo menos vã cumprir a promessa feita o ano passado no final do concerto: "same time next year..."

O que é que faziam?

Se há coisa que me faz confusão, são pessoas que insistem em utilizar expressões míticas como "tramoço", mesmo sabendo que estão a dizer mal a palavra que dá o nome ao marisco preferido do Rei Eusébio, o Tremoço.
Há dias estava a falar com um colega de trabalho, e ele dizia-me que ia comprar um carro novo. Já tinha ido ao "stander" e já tinha tudo tratado. Estava só à espera que fizessem a revisão ao carro, e que o levassem à "espeção". Mas o indivíduo estava já algo arrependido de ter comprado um carro a "gasoil" porque as "puteliferas" andam a gozar com as pessoas.
Ao ouvir tão sábias palavras, dou por mim a pensar: "será que devo corrigir este "homicida gramatical"? E fazendo-o, devo fazê-lo de forma activa ou passiva?"
Passo a explicar: de uma forma activa, a correcção seria algo do estilo:Ele -"Fui ali ao stander..."Eu -"Stand";Ele -"Vão levar o carro à especção..."Eu -"Inspecção". Já se recorrer à forma passiva, seria algo bem mais súbtil, tentando introduzir as "novas" palavras no vocabulário do indivíduo em questão de forma progressiva, através do método da repetição das mesmas durante as minhas respostas no diálogo, levantando sempre um pouco a voz, vincando assim a "nova" palavra. Sempre tinha a hipótese de recorrer a Pavlov, e utilizar a técnica do reflexo condicionado, mas confesso que não seria de todo agradável, ver um ser humano com mais de 4 décadas de existência, a rebolar pelo chão e a dar a "patinha" sempre que conseguisse articular duas ou três expressões correctas de uma acentada.
Como é que se deve actuar perante uma situação destas?

Discos Pedidos


"The Unnamed Feeling"

Been here before

Been here before couldn't say I liked it
Do I start writing all this down?
Just let me plug you into my world
Can't you help me be uncrazy?

Name this for me, heat the cold air
Take the chill off of my life
And if I could I'd turn my eyes
To look inside to see what's comin'

It comes alive
And I die a little more
It comes alive
Each moment here I die a little more

Then the unnamed feeling
It comes alive
Then the unnamed feeling
Takes me away

I'm frantic in your soothing arms
I can not sleep in this down filled world
I've found safety in this loneliness
But I cannot stand it anymore

Cross my heart and hope not to die
Swallow evil, ride the sky
Lose myself in a crowded room
You fool, you fool, it will be here soon

It comes alive
And I die a little more
It comes alive
Each moment here I die a little more

Then the unnamed feeling
It comes alive
Then the unnamed feeling
Treats me this way
And I wait for this train
Toes over the line
And then the unnamed feeling
Takes me away

Get the fuck out of here
I just wanna get the fuck away from me
I rage, I glaze, I hurt, I hate
I hate it all, why? Why? Why me?

I cannot sleep with a head like this
I wanna cry, I wanna scream
I rage, I glaze, I hurt, I hate
I wanna hate it all away

Muito sofre a tecnologia

É claro que ninguém é obrigado a ceder aos encantos da dita nova era, mas também não é preciso brutalizar a mesma.

Eu passo a explicar: a administrativa aqui do estaminé onde passo os dias para ganhar o pão, tem uma questão pessoal com o teclado do seu computador. É claro que não vou mencionar nomes, para não ferir susceptibilidades. Vamos chamar-lhe Mary Of The Light (qualquer tentativa de tradução deste nome para a lingua portuguesa será uma total perda de tempo.)

Mary Of The Light olha para um computador com um misto de alegria e medo. Alegria porque significa que está a trabalhar, e até sabe como se liga e desligar o dito bicho, mas com medo porque nunca se sabe o que pode sair de dentro de tal máquina demoníaca. Eu penso que, por forma a garantir uma coexistência pacífica com o Demo, ela criou a sua própria teoria pavloviana. Se por um lado o filósofo russo criou a teoria do reflexo coondicionado, em que "judiava" de canídeos, fazendo-os babar-se só por ouvirem os passos do seu assistente, ou por verem a tigela da comida, Mary Of The Light, que eu começo a considerar uma verdadeira René Descartes do sexo feminino, criou a sua própria teoria do reflexo condicionado aplicada às novas tecnologias da informação (de repente parece um desses cursos superiores criados só para podermos ter metade da população portuguesa a estudar, e assim "enganar" os números do desemprego). Ou seja, ela condiciona o comportamento do Demo, através do uso da força e da violência. Sempre que tem necessidade de utilizar de escrever algo, Mary Of The Light opta pela tão conhecida técnica do martelo, em que martela nas teclas como se não houvesse amanhã, deixando o observador mais desatento algo curioso, tentantdo perceber onde é que está o martelo pneumático a perfurar paredes de betão armado com, no mínimo 30cm de espessura.

A minha questão é: Porque raio há pessoas que violentam brutalmente os teclados dos seus computadores, como se de uma máquina de escrever se tratasse?

É que é uma situação chata, uma vez que já dei por mim a olhar para a porta, para ver quem está a bater.